terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Vinde a mim, vós que estais cansados e oprimidos e eu vos assolarei

Na verdade, pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias... (Atos 15.28)



O título desta mensagem não está entre as palavras proferidas por Jesus, mas se adequa perfeitamente ao conceito deturpado da graça de Deus, que está tão evidente em nossos dias. A graça de Cristo, da qual provém a libertação dos cativos, foi maliciosamente suplantada para que pessoas fossem manipuladas e aprisionadas. As pregações atuais não libertam os sofredores de seus cativeiros, mas apenas lhe acrescentam uma prisão nova.



A Religião, palavra que deriva do latim religare, que nos trás a idéia de religar o homem a Deus, deveria ser algo útil para humanidade. Entretanto, especificamente os movimentos evangélicos atuais, especializam-se em religar os homens de consciência imbecil ao paganismo disfarçado de piedade e fé  em Cristo. Em nossos dias -desde sempre foi assim, o nome de Jesus tem sido instrumento para a institucionalização de um sistema cultivador de mentes burras e consciências anuladas. Ao fim de todo esse processo de desumanização, aqueles que conseguem despertar do transe e sentir as feridas em suas almas, percebem-se revoltados contra o próprio Deus, que na prática não possui qualquer ligação com esse covil de enganadores.

Inúmeras pessoas, de mentalidade débil e passiva, sentem-se confortáveis quando aprisionadas e bem acomodadas. Sentindo-se vinculadas e obedientes aos dogmas que glorificam os esforços humanos, veem-se capazes de ter o prêmio de serem salvas. De exigir de Deus aquilo que lhe é próprio e merecido. Os seus líderes lhe oferecem justamente isso, a capacidade de merecerem o dom de Deus. Por isso, estabelecem regras, vãs filosofias, tais como não prove isso, não toque nisso (Colossenses 2.21) e seja salvo. Tanto os liderados quanto os líderes, mesmo tendo aparência de piedade, são decadentes na graça de Deus, pois ao invés de estenderem as mãos para o alto, declarando a sua incapacidade e fraqueza, apontam os dedos aos céus e exigem o favor de Deus.

 O que muitos ignoram é que a cruz de Cristo é a nossa paz com Deus. Foi pela conquista de Jesus, homem perfeito, que nós podemos ousar nos aproximar de Deus como Pai. Desse Pai, nós não esperamos morte e opressão, mas sim vida e paz. O Evangelho de Cristo não é o lance de uma pedra sobre os ombros de pessoas necessitadas, mas sim a remoção de uma montanha das costas de um pecador arrependido. O Pai amoroso não deseja aniquilar os seus filhos, mas sim recebe-los e abraça-los com amor, colocar em seus dedos uma aliança eterna e trocar os seus trapos por vestes de honra e júbilo.

O Evangelho trás os homens a um nível muito mais profundo de conhecimento de Deus. Não estamos limitados a receber mandamentos comportamentais vindos de uma montanha em chamas, mas chegamos ao ponto de receber um novo coração que arde não de medo, mas de amor.


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